Raízes na Política

Terezinha não fez história por acaso. Ela é filha de uma das maiores figuras políticas de Itapeva, muito querida e lembrada até hoje com muito carinho na cidade.

Paulina de Moraes mudou-se para região de Itapeva ainda jovem, aos 22 anos, para casar-se com Humberto Campolim Vasconcelos, com quem teve dois filhos, Terezinha de Jesus Vasconcelos Silva (Tere) e Humberto de Moraes Vasconcelos. Em 1947 formou-se professora primária e passou a lecionar na escola de Varginha, no Bairro Caçador, no município de Ribeirão Branco. Em 1952 assumiu uma classe no grupo escolar Cel. Acácio Piedade.

Já aposentada do magistério, Paulina de Moraes continuou manteve seu carinho e solidariedade para com as pessoas menos favorecidas, principalmente crianças. Foi diretora da Casa da Criança, coordenou a assistência social e fundou o Lar Dona Cândida de Moraes, em 1970, no então distrito de Campina Bonita.

Sua atuação política teve início em 1960. Paulina de Moraes foi eleita por três mandatos como vereadora e foi vice-prefeita de Itapeva duas vezes. Assumiu a Prefeitura de Itapeva quando o então prefeito Felipe Marinho afastou-se para ser candidato a deputado estadual. Paulina também candidatou-se a deputada estadual e tornou-se suplente. Seu trabalho assistencial também ganhou força na Rádio Clube, com o programa “Hora do Recado”, onde conseguia ajuda para pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Paulina de Moraes faleceu no dia 5 de agosto de 1993, quando ocupava o cargo de vice-prefeita de Itapeva e comandava a Secretaria da Promoção Social do município. Atualmente, uma das principais e mais importantes avenidas de Itapeva, que liga o Jardim Maringá ao centro da cidade, leva o nome de Paulina de Moraes.

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